quarta-feira, 14 de julho de 2010

Modelos Atômicos

MODELO DE DALTON







Em 1808, John Dalton, um professor inglês, propôs a idéia de que as propriedades da matéria podem ser explicadas em termos de comportamento de partículas finitas, unitárias. Dalton acreditou que o átomo seria a partícula elementar, a menor unidade de matéria.

Surgiu assim o modelo de Dalton: átomos vistos como esferas minúsculas, rígidas e indestrutíveis. Todos os átomos de um elemento são idênticos.



Modelo de Thomson


Em 1987, o físico inglês J.J. Thomson demonstrou que os raios catódicos poderiam ser interpretados como um feixe de partículas carregadas que foram chamadas de elétrons. A atribuição de carga negativa aos elétrons foi arbitrária.

Thomson concluiu que o elétron deveria ser um componente de toda matéria, pois observou que a relação q/m para os raios catódicos tinha o mesmo valor, qualquer que fosse o gás colocado na ampola de vidro.

Em 1989, Thomson apresentou o seu modelo atômico: uma esfera de carga positiva na qual os elétrons, de carga negativa, estão distribuídos mais ou menos uniformemente. A carga positiva está distribuída, homogeneamente, por toda a esfera.



Modelo nuclear (Rutherford)



Em 1911, Lord Rutherford e colaboradores (Geiger e Marsden) bombardearam uma lâmina metálica delgada com um feixe de partículas alfa atravessava a lâmina metálica sem sofrer desvio na sua trajetória (para cada 10.000 partículas alfa que atravessam sem desviar, uma era desviada).

Para explicar a experiência, Rutherford concluiu que o átomo não era uma bolinha maciça. Admitiu uma parte central positiva muito pequena mas de grande massa ("o núcleo") e uma parte envolvente negativa e relativamente enorme ("a eletrosfera ou coroa"). Se o átomo tivesse o tamanho do Estádio do Morumbi, o núcleo seria o tamanho de uma azeitona.

Surgiu assim o modelo nuclear do átomo.

Modelo de Bohr


Bohr Propôs algumas alterações ao modelo atômico de Rutheford, sugeriu que os elétrons giariam ao redor do núcleo em órbitas circulares, formando a região chamada eletrosfera. no seu modelo atômico, os elétrons girariam em órbitas circulares ao redor de um núcleo.



fonte:www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/modelos-atomicos

Modelos Atômicos

domingo, 21 de março de 2010

Por que estudar Química?



Essa é uma pergunta comum entre adolescentes que acham a matéria complicada e de difícil entendimento.

Vamos começar pela definição: Química é a ciência que estuda a estrutura das substâncias, a composição e as propriedades das diferentes matérias, suas transformações e variações de energia.

Para se ter uma ideia da vasta utilização da Química é só se atentar ao fato de que está presente em inúmeras atividades, como por exemplo:

Agricultura: os agricultores utilizam o conhecimento químico para melhorar a acidez do solo e sua fertilidade.

Medicina: os farmacêuticos precisam do conhecimento químico para reconhecer a composição das substâncias utilizadas como medicamento e ainda para tratamentos contra o câncer (quimioterapia).

Em sua casa: compostos químicos presentes na pasta dental (flúor, abrasivos) permitem um sorriso protegido de cáries. A química presente em materiais de limpeza deixa o ambiente com aquele cheirinho de limpeza.

Já que a Química é tão útil em nosso cotidiano, por que não deixar a preguiça de lado e dedicar alguns minutos a mais para se aprofundar nesse conteúdo? A melhor notícia é que essa disciplina, uma vez levada a sério, se torna apaixonante e você não vai querer se desgrudar mais do tão temido livro de Química.

E não adianta querer estudar outras matérias e abandonar a Química, saiba que essa Ciência relaciona-se com outras disciplinas como a Biologia, Ciências Ambientais, Física, Medicina e Ciências da Saúde.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Aulas de Química!!!


NÃO ENTENDE NADA DE QUÍMICA??
A QUÍMICA ESTÁ TE DEIXANDO LOUCO??

ENTÃO, VENHA ENTENDER COM A DAY!!!

NADA DE DECOREBAS E ENROLAÇÃO!!!

EXPLICAÇÕES SIMPLES E CONCISAS!!!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A Tabela periódica dos Elementos


História da Tabela Periódica


A tabela periódica surgiu da necessidade de se organizar os elementos em uma tabela, de modo a se ter grupos de elementos que apresentassem propriedades químicas semelhantes. Até 1800 aproximadamente 30 elementos eram conhecidos; nos dias de hoje a Tabela Periódica consta de 111 elementos.


Com a Tabela Periódica podemos analisar as propriedades dos elementos. Um químico sempre a tem em mãos. Mas por que será que ela tem esse nome?
O nome "Tabela Periódica" é devido à periodicidade, ou seja, à repetição de propriedades, de intervalos em intervalos, como, por exemplo, ocorre com as fases da lua, que mudam durante o mês e se repetem mês após mês.


A base da classificação periódica atual é a tabela de Mendeleev, com a diferença de que as propriedades dos elementos variam periodicamente com seus números atômicos.
A Tabela Periódica atual é formada por 109 elementos distribuídos em 7 linhas horizontais, cada uma sendo chamada de período. Os elementos pertencentes ao mesmo período possuem o mesmo número de camadas eletrônicas.


As linhas verticais da Tabela Periódica são denominadas de famílias e estão divididas em 18 colunas. Os elementos químicos que estão na mesma coluna na Tabela Periódica possuem propriedades químicas e físicas semelhantes.


A família é caracterizada pelos elétrons do subnível mais energético, portanto os elementos de uma mesma família apresentam a mesma configuração na última camada. ou seja, possuem o mesmo número de elétrons na camada de valência.


Algumas colunas possuem nomes especiais. Vamos conhecer quais são elas?
Família 1 (1A) - Alcalinos
Família 2 (2A) -Alcalino-terrosos
Família 13 (3A) -Família do boro
Família 14 (4A) -Família do carbono
Família 15 (5A) -Família do nitrogênio
Família 16 (6A) - Calcogênios
Família 17 (7A) -Halogênios
Família 18 (Zero) -Gases Nobres


Os elementos da Tabela Periódica podem ser classificados como:
METAIS: correspondem a 80%dos elementos conhecidos. São bons condutores de eletricidade e calor, maleáveis e dúcteis, possuem brilho metálico característico e são sólidos, com exceção do mercúrio que é líquido.


NÃO-METAIS: São os mais abundantes na natureza e, ao contrário dos metais, não são bons condutores de calor e eletricidade,(são isolantes) não são maleáveis e dúcteis e não possuem brilho. Encontram-se nos estados físicos sólido, líquido e gasoso, em condições ambientes.


SEMIMETAIS OU METALÓIDES: possuem propriedades intermediárias entre as de um metal e um não-metal. Sua condutividade elétrica é pequena e tende a aumentar com a elevação da temperatura. São seis os elementos considerados semimetais: boro (B) sílico (Si), germânio (Ge), arsênio (As), antimônio (Sb) e telúrio (Te).


GASES NOBRES: dificilmente se combinam com outros elementos. Possuem a última camada completa, com exceção do Hélio, que possue uma única camada a K=2. São no total 6 elementos.


HIDROGÊNIO: O hidrogênio é um elemento considerado à parte pois apresenta propriedades diferentes de todos os demaisa elementos químicos, ou seja ele tem um comportamento único.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

QUÍMICA


A Química é a ciência da matéria e de suas transformações estudada através das diferentes propriedades macroscópicas que os elementos existentes na natureza apresentam, procurando explicar o seu comportamento ao nível microscópico.O desenvolvimento desta ciência tem permitido ao homem não só controlar certas transformações conhecidas mas também obter um número cada vez maior de novos materiais. Os tecidos das roupas que usamos, as borrachas sintéticas, os plásticos, a obtenção de metais e de ligas metálicas, os medicamentos, os sabões e detergentes biodegradáveis, a utilização dos combustíveis, os materiais usados nas construções de casas, móveis, embarcações, aviões, computadores, eletrodomésticos, etc, são exemplos da importância e da enorme aplicação dos processos químicos em nossa vida.Comumente a mídia relaciona a palavra "química" a fatores prejudiciais à saúde, devido a expressões como: "produto sem substância química" impressas nas suas embalagens. Confunde-se, assim, a idéia de isenção de substâncias artificiais com o termo química que, além de infeliz, é totalmente incorreto. Ao fazer um pão, o padeiro utiliza-se de processos químicos; todos os objetos e materiais existentes são constituídos por substâncias químicas. Além disso, a Química não é um objeto, mas uma ciência que pode trazer benefícios ou prejuízos ao seres vivos e ao meio ambiente, dependendo da concepção com que seus conceitos são utilizados.